Tudo sobre medicina alternativa :)

Dicionario do Cético!!!! alguem conheçe?bem mas o que isso tem haver com medicina alternativa? oO recomendo o site muito bom e olha o artigo que encontrei falando sobre medicina alternativa!onde sua descrição é a seguinte

Uma coletânea de crenças estranhas, enganações divertidas
e ilusões perigosas.”
Dicionario do Cético que tal conferir ?

achei muito conteudo muito bom para seus estudos espero que gostem do material que esta bem organizado;)

Práticas de saúde ou médicas são chamadas de “alternativas” quando são baseadas em princípios, métodos ou conhecimentos não testados, não tradicionais ou não científicos. A medicina “alternativa” é geralmente anticientífica e baseada em crenças metafísicas. Como as práticas médicas realmente “alternativas” deveriam ser aquelas reconhecidamente equivalentes ou quase equivalentes em eficiência, a maior parte da medicina “alternativa” não é realmente “alternativa”. Quando a prática em questão é oferecida juntamente com a medicina tradicional, é chamada de medicina “complementar”.

Estima-se que a medicina “alternativa” movimente negócios de US$ 15 bilhões por ano. Tradicionalmente, a maioria das empresas de planos de saúde não têm cobertura para medicina “alternativa”, mas a American Western Life Insurance Company é uma representante típica de uma tendência crescente. Oferece uma rede de cerca de 300 conveniados na Califórnia, Arizona, Colorado, Novo México e Utah, especializados em acupuntura, aromaterapia, biofeedback, quiroprática, medicina herbal, massagem, naturopatia, reflexologia e ioga, entre outras. Alem dela, a Mutual Omaha Insurance Co. tem reembolsado clientes dos custos de uma terapia “alternativa” não-cirúrgica para doenças cardíacas. O Dr. Dean Ornish, especialista em medicina interna e diretor do Instituto de Pesquisas de Medicina Preventiva de Sausalito, desenvolveu a terapia que inclui uma dieta vegetariana, meditação e exercícios. A Mutual of Omaha antecipou-se em observar que não estava abrindo as portas para a cobertura de todas as formas de medicina “alternativa”. Consideram que o tratamento do Dr. Ornish tenha comprovado ser eficaz.

O Escritório de Medicina Alternativa do Instituto Nacional de Saúde vem apoiando numerosos estudos de métodos não ortodoxos de cura, inclusive sobre o uso da cartilagem de tubarão para tratar o câncer, e sobre a eficácia do pólen de abelhas no tratamento de alergias. As terapias “alternativas” mais populares são as técnicas de relaxamento, a quiroprática, a medicina herbal e a massagem. Os praticantes de métodos alternativos fazem muito poucos estudos científicos. Na verdade, muitos desprezam a ciência em favor da metafísica, da fé e do pensamento mágico.

Por outro lado, muitos dos produtos questionáveis, alardeados como cura para todos os males ou para doenças graves como o câncer e doenças cardíacas são promovidos usando jargão científico ou com representação errônea ou falsificação de estudos científicos. Jodie Bernstein, diretora do Escritório de Proteção ao Consumidor da FTC, oferece a seguinte lista de sinais de charlatanismo:

** O produto é anunciado como um rápido e eficaz cura-tudo para uma ampla gama de doenças.

** As pessoas que o promovem usam termos como descoberta científica revolucionária, cura milagrosa, produto exclusivo, ingredientes secretos ou remédio antigo.

** O texto é escrito em “mediquês” - uma terminologia de aparência impressionante para disfarçar a falta de ciência de boa qualidade.

** Quem o promove alega que o governo, os médicos ou os cientistas estão conspirando para ocultar o produto do público.

** O anúncio apresenta casos não documentados, alegando resultados espetaculares.

** O produto é anunciado como disponível somente a partir de um único fornecedor.

A regra geral é “se parecer bom demais para ser verdade, provavelmente é isso mesmo.”

DAILY MAIL (Londres)
Riscos ocultos das terapias alternativas

(21 de dezembro de 1998).

“Uma pesquisa constatou que problemas de potecial risco de vida têm sido causados por tratamentos como homeopatia, acupuntura e quiroprática. Infecções por hepatite B, lesões em nervos, reações alérgicas e retardamento do diagnóstico do câncer foram relatados por clínicos gerais a pesquisadores do Departamento de Medicina Complementar da Universidade de Exeter. A instituição quer um controle mais rígido sobre as terapias alternativas que não foram adequadamente testadas e, em sua maior parte, não são regulamentadas.

Um em cada dez dos 686 médicos relatou graves efeitos colaterais que se suspeitou terem sido desencadeados por terapias complementares. Um terço relatou efeitos colaterais sem gravidade, como tratamento inadequado. Cerca de metade dos efeitos colaterais graves, inclusive lesões em nervos, compressão da medula espinhal e agravamento de condições pré-existentes, resultantes de manipulação da coluna, geralmente por técnicas quiropráticas ou osteopáticas, segundo a pesquisa publicada no International Journal of Risk and Safety in Medicine [Revista Internacional do Risco e Segurança na Medicina]. A acupuntura foi responsável por duas infecções por hepatite B e uma agulha quebrada alojada no corpo, a aromaterapia desencadeou reações alérgicas e a hipnoterapia fez com que um paciente sofresse graves alucinações.

A homeopatia foi considerada responsável por pelo menos uma ‘morte evitável’ por pneumonia, houve retardamentos em diagnósticos de câncer e asmáticos precisaram de tratamento hospitalar após terem sido instruídos a interromper a medicação.”


Por que a medicina “alternativa” é tão popular?

O The New England Journal of Medicine publicou um estudo feito em janeiro de 1993 que mostrou que cerca de um terço dos norte-americanos adultos tinha recorrido a algum tipo de terapia não ortodoxa no ano anterior. Por que a medicina “alternativa” [MA] é tão popular? Há várias razões.

  1. A MA não usa drogas ou cirurgia; O medo da cirurgia e dos efeitos colaterais das drogas afasta muitas pessoas da medicina tradicional. A MA é atraente porque não oferece esse tipo de tratamentos assustadores. Além disso, a medicina tradicional freqüentemente causa danos aos pacientes. Os tratamentos da MA, na maioria das vezes, são inerentemente menos arriscados e menos sujeitos a causar danos diretos.
  1. O pensamento seletivo e a predisposição para a confirmação podem facilmente fazer com que alguém focalize sua atenção nos casos em que cirurgiões amputaram o membro errado, removeram a parte errada do cérebro ou mataram um paciente ao administrar anestésicos ou radiação em excesso. Muitas pessoas ignoram os milhões de pacientes que estão vivos e passando bem atualmente devido a cirurgias ou drogas. Em lugar disso, elas se voltam para os casos de pacientes que morrem após cirurgias “de rotina”, que ficam permanentemente incapacitados por uma reação adversa a uma droga, ou que são assassinados por alguma enfermeira desajustada que se auto-nomeou anjo da morte.Esse medo e ceticismo em relação a tratamentos medicamentosos, hospitalização e cirurgia não é infundado. Alguns dos danos à saúde são causados pela imperícia médica, outros são o resultado trágico mas inevitável de reações imprevisíveis a medicamentos ou à cirurgia. Por haverem freqüentemente questões legais envolvidas, os médicos e hospitais muitas vezes não falam abertamente dos detalhes a respeito de mortes de pacientes pelas quais poderiam ser responsabilizados. A confiança na medicina é desgastada a cada relato de “infortúnios terapêuticos”.

    Serão raros esses “infortúnios terapêuticos”? Até onde eu tenho conhecimento, nunca foi feito um estudo nacional do assunto nos EUA. Houve um estudo feito em Nova York em 1991 (O Estudo de Prática Médica de Harvard) que descobriu que quase 4% dos pacientes tiveram danos à saúde em hospitais e 14% destes morreram, presumivelmente em decorrência das lesões infligidas pelos hospitais. Lucian L. Leape, médico de Boston, extrapolou a partir desses dados que nada menos que 180.000 norte-americanos possam estar morrendo a cada a ano por problemas causados por instituições de assistência médica. Para dramatizar ele observa que isso equivale a três jumbos caindo a cada dois dias. (“Truth about human error in hospitals,” [A verdade sobre as falhas humanas em hospitais] de Abigail Trafford, editora da seção de saúde do Washington Post, impresso no Sacramento Bee, 21 de março de 1995, p. B7.)

    Por outro lado, os riscos de ser positivamente prejudicado por um profissional “alternativo” como um homeopata, por exemplo, são desprezíveis se comparados com os de ser prejudicado por um médico tradicional administrando drogas poderosas e executando cirurgias de risco. Isso porque o homeopata não está fazendo nenhuma intervenção significativa. É improvável que as doses que eles administrem tenham qualquer efeito sobre qualquer pessoa. É improvável que um homeopata algum dia mate alguém por engano. Tratamentos médicos “alternativos” são essencialmente não-intervencionistas e seus riscos são geralmente negativos, não positivos. O prejuízo para os pacientes não decorrem da intervenção positiva, mas da falta do tratamento (medicamentos ou cirurgia) que poderia melhorar sua saúde e aumentar seu tempo de vida.

    Embora seja verdade que a medicina tradicional não esteja isenta de riscos –mesmo de riscos fatais– é irracional rejeitá-la toda com base nisso. Uma pessoa razoável não pode ignorar os diabéticos que hoje estão vivos e passando bem graças aos medicamentos, ou os milhões de pessoas que devem suas vidas a vacinações contra doenças letais ou incapacitantes. Não podemos ignorar os milhões de pessoas cujo sofrimento acabou graças a cirurgias, ou que devem a continuidade de sua existência a sucessivos tratamentos médicos, envolvendo tanto drogas como cirurgias.

    Uma resposta racional aos riscos bem reais dos tratamentos pela assistência médica tradicional é que ela assuma maior responsabilidade pelo tratamento do paciente. Um paciente razoável não pode ter fé cega em seu médico, não importa o quão divino ele possa parecer ou se apresentar. (Uma amiga muito querida, que viveu até os 80 anos graças a pílulas e cirurgia, se divertia muito em dizer a seus médicos que sabia que M.D. [NT. sigla que identifica os médicos] significava “medical divinity” [divindade médica].) Temos que nos tornar melhores conhecedores dos remédios que nos prescrevem. Temos que participar mais dos tratamentos, o que significa que temos que fazer muitas perguntas e não presumir nada. Não podemos assumir que o remédio que a enfermeira quer que tomemos seja aquele que nosso médico prescreveu. (Simplesmente pergunte, “Que pílula é essa?” Você deve saber se deve tomá-la ou não.) Precisamos consultar segundas e terceiras opiniões, o que não significa procurar outro médico que diga aquilo que se quer ouvir. Significa pesquisar. Leia a respeito da sua doença e do tratamento recomendado para ela. Não podemos nunca eliminar todo o risco quando temos que depender de seres humanos, falíveis e imperfeitos como nós mesmos. Mas podemos reduzir o risco sendo mais responsáveis por nossa saúde e sendo menos passivos. Um pouco de fé na competência dos prestadores de assistência médica é necessária, mas não é preciso que seja uma fé cega. Pode ser que você tenha que se submeter a uma cirurgia para amputar um membro ou alargar uma artéria, mas você precisa se certificar de que o médico que irá operá-lo não ache que a tarefa dele era remover sua vesícula biliar. O garoto que ia ter uma perna amputada e escreveu com tinta em letras grandes na perna boa “ESSA AQUI NÃO” talvez tenha arrancado risos dos funcionários do hospital. Podemos admirar o humor do garoto, mas é essa falta de fé cega que é a coisa mais admirável num cético.

  2. A medicina tradicional muitas vezes não consegue descobrir a causa de uma doença ou aliviar a dor. Isso é verdadeiro para a MA também. Mas os praticantes da medicina tradicional não têm a mesma probabilidade que os primeiros de expressar esperanças quando esta falha. Os profissionais “alternativos” freqüentemente incentivam seus pacientes a ter esperanças, mesmo quando o quadro é desesperador.
  3. Quando a medicina tradicional descobre a causa de uma doença, muitas vezes não consegue oferecer um tratamento que seja garantidamente seguro. Novamente, a medicina alternativa oferece esperança quando a medicina tradicional não pode oferecer uma cura segura e garantida. A apresentadora de um noticiário televisivo local rejeitou a quimioterapia em favor da Terapia de Gerson para tratar um câncer de mama. Pat Davis seguiu um rigoroso programa de dieta de 13 horas por dia (verduras e sucos verdes), exercícios e enemas de café (quatro por dia) desenvolvido pelo Dr. Max Gerson. A mãe de Davis tinha tido câncer de mama duas vezes, submetendo-se à quimioterapia e a uma mastectomia. Davis sabia dos perigos da quimioterapia e dos efeitos da cirurgia mamária. Recusou-se a aceitar que não existiam alternativas. A terapia de Gerson lhe deu esperanças. Quando ficou claro que o tratamento era ineficaz, Davis concordou em submeter-se à quimioterapia. Morreu quatro meses depois em 20 de março de 1999, com 39 anos, após dois anos e meio lutando contra o câncer. Será que a quimioterapia poderia tê-la salvo se tivesse procurado pelo tratamento mais cedo? Talvez. Pode ser que as probabilidades estivessem contra ela, mas a tênue esperança oferecida pela medicina científica era ao menos uma esperança real. A que foi oferecida por Gerson era falsa da cabeça aos pés.
  4. A MA geralmente usa remédios “naturais”. Muitas pessoas acreditam que o que é natural é necessariamente melhor e mais seguro do que o que é artificial (como os produtos farmacêuticos). Só porque algo é natural não significa que seja bom, seguro ou saudável. Há muitas substâncias naturais que são perigosas e prejudiciais. Há também muitos produtos naturais que são ineficazes e de pouco ou nenhum valor para a saúde e bem estar das pessoas.
  5. A MA é geralmente mais barata que a medicina tradicional. Este fato tornou os tratamentos “alternativos” interessantes para as organizações de amparo à saúde (HMOs) e para as companhias de seguros, ambas as quais estão percebendo que é mais barato, logo mais lucrativo, oferecer tratamentos “alternativos”. Se as terapias “alternativas” fossem alternativas de verdade, não faria nenhum sentido pagar mais por um tratamento da mesma qualidade. No entanto, a maioria das terapias chamadas “alternativas” não são realmente alternativas; elas não são tratamentos igualmente eficazes. Logo, o fato de serem mais baratas é de pouca importância.
  6. A medicina alternativa muitas vezes é legalizada por governos estaduais, que licenciam e regulamentam práticas “alternativas” e até protegem seus praticantes de ataques da comunidade médica. por exemplo, Os quiropráticos, venceram uma importante ação por formação de cartel contra a Associação Médica Americana em 1987. Um juiz federal proibiu permanentemente a AMA de “dificultar a prática da quiropraxia.” O fato de ser licenciada, regulamentada e protegida é visto pela MA como sinal de legitimidade. Na verdade, a maior parte desse licenciamento e regulamentação visa proteger o público de farsantes e charlatães.
  7. Muitos médicos tradicionais tratam as doenças em primeiro lugar e as pessoas em segundo. Os praticantes “alternativos” são freqüentemente “holísticos”, dizendo tratar o corpo, a mente e a alma do paciente. Muitas pessoas são atraídas pelas conexões espirituais e metafísicas feitas pelos praticantes da MA. Muitos dos pacientes da MA alegam que seus “curandeiros” os tratam como pessoas com quem parecem se importar, enquanto que os médicos tradicionais muitas vezes têm falta de boa “postura médica”.Os médicos tradicionais geralmente trabalham em grandes hospitais ou HMOs e atendem centenas ou milhares de pacientes com suas necessidades específicas. Os terapeutas “alternativos”, por outro lado, geralmente trabalham em suas próprias casas ou pequenos escritórios ou clínicas, e atendem muito menos pacientes. E o mais importante, aqueles que procuram a ajuda de um médico tradicional geralmente não se importam com a religião ou crenças metafísicas ou espirituais dele. Os que buscam pela medicina “alternativa” são geralmente atraídos pela personalidade e pela visão que o terapeuta tem do mundo. Por exemplo, uma pessoa com diabetes que procura um endocrinologista provavelmente não estará interessada na crença do médico no chi ou em qualquer outra idéia espiritual ou metafísica. Se o médico acredita em Deus ou na alma é irrelevante. O que importa é o conhecimento e a experiência do médico na doença. Se o médico for gentil e bem apessoado, melhor ainda. Um terapeuta “alternativo” frio e indiferente não se daria bem nos negócios. Um médico tradicional frio e indiferente talvez tenha pacientes fazendo fila para serem tratados, se for um excelente médico.
  8. Muitas pessoas aparentemente não entendem que a medicina tradicional tem os mesmos defeitos que todas as outras formas do conhecimento humano: é falível. Também é corrigível. Sistemas de natureza fundamentalmente metafísica não são testáveis, logo nunca se pode provar que são incorretos. Assim, uma vez estabelecidos, tendem a receber adesões de forma dogmática e jamais mudam. A única forma de se mudar um dogma é se tornar um herege e criar seu próprio contra-dogma. Quando a medicina científica erra ela o faz de formas que podem ser corrigidas. Tratamentos e práticas ineficazes ou prejudiciais cedo ou tarde são rejeitadas.Práticas e tratamentos “alternativos” geralmente são baseados em fé e na crença em entidades metafísicas como o chi e recorrem a hipóteses ad hoc para justificar o fracasso e a ineficácia. Na medicina científica há divergências e controvérsias, erros e discussões, testes e mais testes, etc. As decisões são tomadas por seres humanos falíveis, envolvidos com a prática falível da medicina científica. Algumas dessas decisões são infelizes, mas com o tempo se descobre que elas o são e tratamentos que um dia foram padrões são rejeitados e substituídos por outros. A medicina cresce, progride, muda drasticamente. A homeopatia, a iridologia, a reflexologia, a aromaterapia, o toque terapêutico, etc. não mudam fundamentalmente ao longo dos anos. Seus praticantes não se desafiam mutuamente como exige a medicina científica. Pelo contrário, os terapeutas “alternativos” geralmente fazem pouco mais que apoiar um ao outro.
  9. As terapias “alternativas” apelam para o pensamento mágico. Idéias com pouco respaldo científico, como as da magia simpatética, são populares entre os terapeutas “alternativos” e seus clientes. A medicina tradicional é rejeitada por alguns simplesmente por ser tradicional, e não mágica. Embora a medicina pareça às vezes operar milagres, os milagres da medicina moderna são baseados em ciência, não em fé.

continue lendo a materia no seguinte link e fonte;)

fonte: http://skepdic.com/brazil/magiasimpat.html

Creditos: Dr O.liverkall (:


Tudo sobre medicina alternativa :) Tudo sobre medicina alternativa :) Reviewed by Kembolle Amilkar on domingo, novembro 09, 2008 Rating: 5

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